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  08 de Novembro de 2017  |   1280 visitas

Portugal eleito para o Conselho Executivo da UNESCO


Portugal eleito para o Conselho Executivo da UNESCO

Portugal foi eleito para o Conselho Executivo da UNESCO, onde tinha estado pela última vez entre 2005 e 2009.

Esta eleição foi o culminar de uma intensa e bem-sucedida campanha da candidatura portuguesa para este lugar que envolveu ativamente toda a rede diplomática portuguesa, com destaque para a Missão Permanente de Portugal junto da UNESCO, liderada pelo Embaixador José Filipe Moraes Cabral.

A eleição de Portugal para o Conselho Executivo da UNESCO, prioritária para o governo, reflete o reconhecimento internacional da importância que o nosso país atribui ao multilateralismo, conforme ficou bem patente no trabalho aberto, transparente e inclusivo que Portugal desenvolveu durante o mandato que exerceu no Comité do Património Mundial da UNESCO.

Neste novo mandato, Portugal promoverá o diálogo e os princípios de respeito mútuo e de solidariedade entre as nações, o combate à desigualdade e à pobreza, procurando fortalecer a educação, o conhecimento científico e a diversidade cultural, instrumentos essenciais para o desenvolvimento sustentável.

É entendimento do governo que a presença de Portugal no Conselho Executivo da UNESCO constitui uma mais-valia para a projeção da imagem do nosso país a nível internacional e permite uma capacidade de intervenção acrescida na comunidade internacional.

O embaixador de Portugal em Paris e Representante Permanente de Portugal junto da UNESCO, José Filipe Moraes Cabral, afirmou que esta eleição "é um reconhecimento pelo compromisso sério e permanente de Portugal com os ideais, os valores e os objetivos perseguidos pela UNESCO, e depois é uma prova de confiança na capacidade também de Portugal zelar por estes objetivos, de uma maneira ainda mais expressiva, no Conselho Executivo. Vamos trabalhar no sentido de uma maior eficácia, uma maior credibilização da UNESCO e, também, enfim, contribuir para uma maior transparência, uma maior responsabilização dos órgãos exigentes e uma maior participação de todos, contribuindo para uma maior coesão no seio da organização.


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